Comecei o exercício fazendo
um sólido com a parte exterior lisa e o interior com peças irregulares (que
dariam maior possibilidade de mudança quando trocadas de posição do que se
trabalhasse com um sólido todo liso por dentro).
Depois comecei a desmonta-lo parcialmente e ir fazendo
testes de recolocações das suas peças, de modo que conseguisse obter tensão
entre cheios e vazios. Mantive as arestas do sólido constantes, para que este
não perdesse a sua memória inicial. Criei diferentes formatos de vazios em
posições que não descaracterizassem o sólido, também coloquei os vazios próximos
a cheios e estruturas em balanço. Tive que cuidar com o limite entre a
possibilidade de mudança e a perda da memória inicial.
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