sexta-feira, 11 de maio de 2012

6.2 VOLUME - ESPUMA FLORAL

ESTUDO DO VOLUME


Para que pudéssemos entender melhor o volume principal da Fundação Iberê Camargo e prosseguir o estudo deste, foi proposto que fizéssemos o volume em espuma floral. O trabalho com a espuma é bastante delicado, devido à fragilidade do material, que apresenta vantagens por ser facilmente moldado e desvantagens pela sensibilidade e facilidade com que se quebra.

Para realizar o exercício levamos para aula a planta baixa e as fachadas do prédio na escala proposta pelas professoras, usamos estas plantas de molde para fazer os cortes na espuma. A modelagem da espuma floral não permite precisão de detalhes, apenas a elaboração das principais formas do volume.

Comecei o exercício conforme havia sido proposto fazendo a modelagem do meu Iberê, contudo ele não ficou adequado e uma das rampas quebrou. Acabei tendo que refazê-lo.

Primeiro volume:

   




    Nesta foto da fachada principal podemos perceber que a rampa superior esta presa ao volume, pois foi quebrada durante o processo.  



   
  Também podemos notar que a proporção entre os tamanhos das rampas não está uniforme.
   A última rampa apresenta-se menor do que as outras.





 Fachada dos posterior.




     Foto lateral com o pedaço da rampa desmontado. Nesta foto podemos perceber o tamanho do objeto que se quebrou, bem como seu encaixe para as fotos (grafites 0.9mm).
Como ainda restava algum tempo de aula resolvi tentar uma segunda vez, e a primeira tentativa não havia ficado boa, comprei mais um bloco de espuma floral e fiz novamente o exercício. A segunda execução do volume foi feita mais rapidamente que a segunda e o resultado foi de melhor qualidade.


Segundo volume:






Ao fazer os cortes das rampas nesta segunda tentativa, cuidei para que inicialmente eles ficassem um pouco mais grossos do que o molde, pois se fizesse os cortes iguais aos módulos depois ocorreria o mesmo erro de afinamento que na primeira tentativa. 




     Na fachada lateral esquerda podemos perceber bem o encontro entre as duas rampas inferiores.






Fachada posterior, com recorte.
       



         Vista inclinada pegando a lateral direita e a fachada posterior, onde podemos observar além do recorte a inclinação existente no fundo.
        




       Vista inclinada com frontal e lateral direita, onde podemos perceber a finalização das duas rampas superiores, que se encontram.
Mais uma vista frontal.

Vistas superior e frontal. 

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